Resenha: Amor Letal – Robin LaFevers.
Título: Amor Letal.
Série: O Clã das Freiras Assassinas # 3.
Autora: Robin LaFevers.
Gênero: Ficção, drama, fantasia e romance.
Editora: Plataforma 21.
Idioma: Português.
Sinopse: Annith passou sua vida no
convento de Saint Mortain aguardando ser enviada em missão, para lutar em nome
do Deus da Morte. Por medo de ser punida ou rejeitada, durante seus anos de
reclusão ela tentou ser sempre bondosa e obediente. Cobrava-se para ser a melhor,
porém, em seu coração pairava a incerteza sobre seus dons e seu real valor como
serva da Morte.
Suas habilidades com arco e flecha e como lutadora sempre superaram a de
todas as outras. Então, por que nunca a escolheram? Eis que Annith chega à conclusão
de que existe algo errado no convento: a abadessa.Ao perceber isso, Annith
decide ser dona de seu próprio destino e, num momento de extrema rebeldia,
resolve fugir – ainda que isso signifique desafiar Mortain. Incerta e com medo
sobre qual caminho seguir, ela aceita a ajuda de Baltazaar, uma das almas
condenadas pelas irmãs do convento. Mesmo assim, Annith decide seguir seu
caminho ao lado dele. No entanto, essa escolha pode ameaçar sua vida e seu
grande amor.
Olá,
pessoal! Essa é a história de Annith, o último livro da trilogia, e confesso,
fiquei sem palavras para escrever essa resenha. A autora "lacrou" a
trilogia com chave de ouro! Bem, vamos lá!
Annith apareceu no primeiro livro como uma
mocinha dócil e prestativa, e para todas as meninas que chegavam ao
convento com medo e inseguras, ela dava o suporte necessário. Desde de seu
nascimento fora criada ali, como era aluna aplicada, se dedicava e superava a
todas. Mas a sua verdadeira vontade era a de aventurar-se, de ser enviara
para alguma missão e provar a Mortain – deus da morte –, que era digna de ser
chamada de filha. No entanto, isso nunca aconteceu e na sua tristeza se
rebelou. Tornando-se desconfiada, Annith não entendia o porquê de apenas ela
não receber o chamado.
Como Annith foi criada no convento, a primeira coisa que passa pela minha
cabeça, é que sua vida foi mais fácil, ledo engano... Ela foi muito judiada
pela antiga abadessa, sofreu maus tratos, a mantiveram trancada várias vezes no
escuro e era espancada, ainda pequena. As recordações da nossa filha de Mortain
são terríveis, todavia isso serviu para molda-la e fazer com que nunca
desista de seus propósitos.
Annith não queria esperar mais, então saiu do convento em busca de fazer seu
próprio destino, e isso a levou a cruzar o caminho de Baltazaar e de seu bando
de hallequins, que tinham a missão de dar fim as almas perdidas em troca de
poder salvar as suas próprias.
...Nada sobre
filhos do demônio ou embaixadores do próprio Satanás? Nada sobre nossas
estripulias pelo campo espalhando pecado e destruição em nosso rastro?
Por mais que, o que Annith queira, era fugir, sua jornada a levou ao palácio
que estava um caos, por causa das guerras travadas em busca de poder. No
entanto, o que realmente chateou a nossa personagem, foi a abadessa, em quem
sempre confiou e que agora diz que tem outros planos para ela.
Nossa protagonista não aceita ser controlada pela abadessa, criando assim uma
discórdia entre elas, mas apesar disso Annith estava muito feliz em rever suas
irmãs, Ismae e Sybella, unindo-se a elas para ajudar a por fim na discórdia,
brigas políticas e assim deixar a duquesa Anne reinar, que é seu direito.
O que mais me intrigou é não saber a origem real de Annith, de onde ela
realmente vem? Como uma recém nascida vai parar em um convento sem uma origem,
sem saber se ela é mesmo uma serva de Mortain? As outras personagens foram
parar no convento depois que demonstraram certos dons, não antes. Annith tem
dons naturais, e isso só faz aumentar o mistério ao entorno da verdadeira origem
da personagem, mas a autora nos prende e cativa ao decorrer da leitura, e vai
revelando os segredos e cada um é mais interessante do que o outro.
Eu lhes
ensinaria a pensar por si mesmas, e não a simplesmente refletir de volta para o
mundo o que ele desejava. Elas seriam fortes não apenas de corpo, mas de mente
e de coração. E, mais importante: eu queria ensiná-las a amar, pois, no fim,
essa era a maior arma de todas. O amor se revelou mais forte até que a Morte.
E quando pensei: agora os segredos acabaram!
Mas... nada disso! A autora veio e novamente me surpreendeu, com outras
situações que arrasaram o meu coração, e também me levando a torcer ainda mais
pela felicidade da protagonista. Mas as coisas não acabam por aí, temos em
Annith uma pessoa carismática, que sabe realmente o que quer de sua vida e que
demonstrou um crescimento muito significativo ao decorrer de toda a história.
Ela realmente queria lutar pelos seus ideais, e confesso que achei isso ótimo!
Chega de permitir que as personagens sejam manipuladas, chega de se permitir
ser manipulada e de deixar que fizessem o que quisessem com ela.
Lembram de Baltazaar, que mencionei? Curiosos
sobre o que acontece com ele? Bem, o que posso dizer? Leiam essa trilogia
inteira, vale a pena! O clã das
freiras assassinas é, na minha opinião, uma das melhores trilogias que
já li nesse ano! A autora nos apresenta um universo bem elaborado, um enredo
cativante e o encerra sem pontas soltas. Tive todas as emoções possíveis durante
a leitura, ri e chorei junto com a protagonista. Os personagens secundários
também me conquistaram e o desfecho final foi fantástico e surpreendente.
Robin LaFevrs está de parabéns por sua
criatividade, ela demonstra, em cada página, que estudou muito para escrever
essa trilogia e foi muito bem sucedida. Os fatos históricos reais que a autora
utiliza em meio a sua ficção foram bem explorados e de forma coerente. Robin
soube misturar ficção com acontecimentos reais passados com maestria e assim proporciona
uma leitura ainda mais deliciosa e instigante. Confesso que eu só queria mais
uma coisa dessa trilogia, queria que ela fosse uma série, queria poder esperar
por mais continuações e fico na torcida para que a autora mude de ideia e o
faça, porque essas histórias são maravilhosas e merecem continuar!
Preciso dizer que a capa é realmente muito
bonita e que ajudou a dar asas a minha imaginação, além disso, conta com um
toque aveludado que a deixa ainda mais linda. A edição conta com páginas
amareladas e com uma fonte adequada e em tamanho confortável para leitura. Não
notei erros, não sei se por eu estar tão imersa na história que não percebi, ou
se a revisão está impecável, fato é que não tenho o que dizer sobre. A escrita
da autora continua maravilhosa e o ponto de vista do enredo nos é apresentado
através de Annith.
Se recomendo? Com certeza! Recomendo à todos que
gostam de se aventurar em novas histórias e universos, que curtem o gênero ou
querem conhecê-lo, porque essa trilogia, sem sombras de dúvidas, é uma ótima
pedida! Ah, não recomendo para quem tem coração fraco – risos – pois
temos ao longo da trama muitas surpresas, e não esperem que o amor possa
quebrar qualquer obstáculo, ou esperem? Bem, descubram lendo!
Título: Amor Letal.
Série: O Clã das Freiras Assassinas # 3.
Autora: Robin LaFevers.
Série: O Clã das Freiras Assassinas # 3.
Autora: Robin LaFevers.
Gênero: Ficção, drama, fantasia e romance.
Editora: Plataforma 21.
Idioma: Português.
Idioma: Português.
Sinopse: Annith passou sua vida no
convento de Saint Mortain aguardando ser enviada em missão, para lutar em nome
do Deus da Morte. Por medo de ser punida ou rejeitada, durante seus anos de
reclusão ela tentou ser sempre bondosa e obediente. Cobrava-se para ser a melhor,
porém, em seu coração pairava a incerteza sobre seus dons e seu real valor como
serva da Morte.
Olá,
pessoal! Essa é a história de Annith, o último livro da trilogia, e confesso,
fiquei sem palavras para escrever essa resenha. A autora "lacrou" a
trilogia com chave de ouro! Bem, vamos lá!
Annith apareceu no primeiro livro como uma
mocinha dócil e prestativa, e para todas as meninas que chegavam ao
convento com medo e inseguras, ela dava o suporte necessário. Desde de seu
nascimento fora criada ali, como era aluna aplicada, se dedicava e superava a
todas. Mas a sua verdadeira vontade era a de aventurar-se, de ser enviara
para alguma missão e provar a Mortain – deus da morte –, que era digna de ser
chamada de filha. No entanto, isso nunca aconteceu e na sua tristeza se
rebelou. Tornando-se desconfiada, Annith não entendia o porquê de apenas ela
não receber o chamado.
Como Annith foi criada no convento, a primeira coisa que passa pela minha cabeça, é que sua vida foi mais fácil, ledo engano... Ela foi muito judiada pela antiga abadessa, sofreu maus tratos, a mantiveram trancada várias vezes no escuro e era espancada, ainda pequena. As recordações da nossa filha de Mortain são terríveis, todavia isso serviu para molda-la e fazer com que nunca desista de seus propósitos.
Annith não queria esperar mais, então saiu do convento em busca de fazer seu próprio destino, e isso a levou a cruzar o caminho de Baltazaar e de seu bando de hallequins, que tinham a missão de dar fim as almas perdidas em troca de poder salvar as suas próprias.
...Nada sobre filhos do demônio ou embaixadores do próprio Satanás? Nada sobre nossas estripulias pelo campo espalhando pecado e destruição em nosso rastro?
Por mais que, o que Annith queira, era fugir, sua jornada a levou ao palácio que estava um caos, por causa das guerras travadas em busca de poder. No entanto, o que realmente chateou a nossa personagem, foi a abadessa, em quem sempre confiou e que agora diz que tem outros planos para ela.
Nossa protagonista não aceita ser controlada pela abadessa, criando assim uma discórdia entre elas, mas apesar disso Annith estava muito feliz em rever suas irmãs, Ismae e Sybella, unindo-se a elas para ajudar a por fim na discórdia, brigas políticas e assim deixar a duquesa Anne reinar, que é seu direito.
O que mais me intrigou é não saber a origem real de Annith, de onde ela realmente vem? Como uma recém nascida vai parar em um convento sem uma origem, sem saber se ela é mesmo uma serva de Mortain? As outras personagens foram parar no convento depois que demonstraram certos dons, não antes. Annith tem dons naturais, e isso só faz aumentar o mistério ao entorno da verdadeira origem da personagem, mas a autora nos prende e cativa ao decorrer da leitura, e vai revelando os segredos e cada um é mais interessante do que o outro.
Eu lhes ensinaria a pensar por si mesmas, e não a simplesmente refletir de volta para o mundo o que ele desejava. Elas seriam fortes não apenas de corpo, mas de mente e de coração. E, mais importante: eu queria ensiná-las a amar, pois, no fim, essa era a maior arma de todas. O amor se revelou mais forte até que a Morte.
E quando pensei: agora os segredos acabaram!
Mas... nada disso! A autora veio e novamente me surpreendeu, com outras
situações que arrasaram o meu coração, e também me levando a torcer ainda mais
pela felicidade da protagonista. Mas as coisas não acabam por aí, temos em
Annith uma pessoa carismática, que sabe realmente o que quer de sua vida e que
demonstrou um crescimento muito significativo ao decorrer de toda a história.
Ela realmente queria lutar pelos seus ideais, e confesso que achei isso ótimo!
Chega de permitir que as personagens sejam manipuladas, chega de se permitir
ser manipulada e de deixar que fizessem o que quisessem com ela.
Lembram de Baltazaar, que mencionei? Curiosos
sobre o que acontece com ele? Bem, o que posso dizer? Leiam essa trilogia
inteira, vale a pena! O clã das
freiras assassinas é, na minha opinião, uma das melhores trilogias que
já li nesse ano! A autora nos apresenta um universo bem elaborado, um enredo
cativante e o encerra sem pontas soltas. Tive todas as emoções possíveis durante
a leitura, ri e chorei junto com a protagonista. Os personagens secundários
também me conquistaram e o desfecho final foi fantástico e surpreendente.
Robin LaFevrs está de parabéns por sua
criatividade, ela demonstra, em cada página, que estudou muito para escrever
essa trilogia e foi muito bem sucedida. Os fatos históricos reais que a autora
utiliza em meio a sua ficção foram bem explorados e de forma coerente. Robin
soube misturar ficção com acontecimentos reais passados com maestria e assim proporciona
uma leitura ainda mais deliciosa e instigante. Confesso que eu só queria mais
uma coisa dessa trilogia, queria que ela fosse uma série, queria poder esperar
por mais continuações e fico na torcida para que a autora mude de ideia e o
faça, porque essas histórias são maravilhosas e merecem continuar!
Preciso dizer que a capa é realmente muito
bonita e que ajudou a dar asas a minha imaginação, além disso, conta com um
toque aveludado que a deixa ainda mais linda. A edição conta com páginas
amareladas e com uma fonte adequada e em tamanho confortável para leitura. Não
notei erros, não sei se por eu estar tão imersa na história que não percebi, ou
se a revisão está impecável, fato é que não tenho o que dizer sobre. A escrita
da autora continua maravilhosa e o ponto de vista do enredo nos é apresentado
através de Annith.
Se recomendo? Com certeza! Recomendo à todos que
gostam de se aventurar em novas histórias e universos, que curtem o gênero ou
querem conhecê-lo, porque essa trilogia, sem sombras de dúvidas, é uma ótima
pedida! Ah, não recomendo para quem tem coração fraco – risos – pois
temos ao longo da trama muitas surpresas, e não esperem que o amor possa
quebrar qualquer obstáculo, ou esperem? Bem, descubram lendo!
Classificação:
Classificação:
[A trilogia]
3. Amor
letal.
LaFevers cresceu em Los Angeles e agora
reside em uma pequena fazenda no sul da Califórnia com o marido e dois
filhos. Ela teve um amor ao longo da vida de animais, que muitas
vezes fazem aparições em seus romances, e uma sensibilidade à responsabilidade
ecológica melhor aparente nos livros de Nathaniel
Fludd. Ela admite a crença no mágico, que também é um elemento
condutor de histórias como Theodosia e as Serpentes do Caos.
[A trilogia]
3. Amor
letal.
LaFevers cresceu em Los Angeles e agora
reside em uma pequena fazenda no sul da Califórnia com o marido e dois
filhos. Ela teve um amor ao longo da vida de animais, que muitas
vezes fazem aparições em seus romances, e uma sensibilidade à responsabilidade
ecológica melhor aparente nos livros de Nathaniel
Fludd. Ela admite a crença no mágico, que também é um elemento
condutor de histórias como Theodosia e as Serpentes do Caos.
Como é gostoso chegar em uma resenha e saber que a trilogia fechou com chave de ouro! Acompanhei todas as resenhas anteriores aqui no blog e vale lembrar da beleza das capas, uma mais linda que a outra.
ResponderExcluirMesmo tendo ficado perdida um cadim nos nomes dos personagens, a gente entende nitidamente que a luta seguiu firme e forte, Annith parece ter ganhado um livro só dela, não por acaso, mas por do clã das freiras e por saber batalhar por sua família e sua história.
Espero poder conferir os três livros!
Beijo
Meu Deus, só o nome da série já prendeu minha atenção! Que história diferente e vai bem no estilo que amo ler! Vou providenciar os livros para realizar a leitura e espero realmente amar!
ResponderExcluirA capa é linda e parece ser um livro empolgante ,apesar de não ser um gênero que leio. Pra quem ama o gênero deve ser incrivel se perder em uma leitura tão cheia de criatividade e imaginação!
ResponderExcluirum beijo
www.chuvanojardim.com.br
Primeiro que adorei saber que a autora lacrou com esse desfecho, depois saber que mesmo na reta final ela continuou te surpreendendo e arrasando com seu coração só me faz querer dar uma espiadinha nessa trilogia e conhecer esse universo bem elaborado e enredo cativante que mencionou. Quero ler.
ResponderExcluirAbraços.
https://cabinedeleitura0.blogspot.com/
Oi Cris.
ResponderExcluirEu estou louca de vontade de ler essa trilogia. Cada resenha que eu li sobre O clã das freiras assassinas minha curiosidade aumentou e com o terceiro livro não poderia ser diferente. Sua dica está anotada e desejando demais este livro. Parabéns pela resenha, estou bem curiosa.
Bjos
http://historiasexistemparaseremcontadas.blogspot.com/
Gente!!!!! Não acredito que eu ainda não conhecia este livro! Adorei a premissa! É exatamente o tipo de livros que costumo gostar 😍
ResponderExcluirParabéns pelo post!
by: atravesdaescrita.blogspot.com
Então, fiquei imaginando a menina boa, que se prepara para sua missão, aí da ruim, e ela fica revolts. Adooooro essas coisas, rs
ResponderExcluirPareceu ser uma história cheia de mistério.
Vontade de ler agora, nunca tinha ouvido falar
bjos flooor
Olá, tudo bem? Amo a autora, e a série, mas acredita que está difícil para mim ler o último livro? Já o inicei 2x e até agora não prendeu minha atenção. Espero que isso mude em breve pois quero muito ler! Adorei a sua resenha <3
ResponderExcluirBeijos,
http://diariasleituras.blogspot.com.br
Oiii, não sou muito de ler fantasias e não conhecia essa autora, mas achei a história bem interessante e me chamou a atenção, saber que você gostou me deixa mais animada....
ResponderExcluirOlá!
ResponderExcluirGosto muito de romances medievais com aventura e mistério. Tenho admirado demais essa série, pela capa e pela proposta tentadora. Adorei suas impressões, anotado a dica.
Nizete
Cia do leitor
Olá tudo bem? Confesso que não conheço a obra muito bem, entretanto é um titulo e capa muito sugestivo que instiga nossa curiosidade, adorei sua resenha, eu adoro fantasias e acredito que iria gostar muito de ler o livro, beijos!
ResponderExcluir