Autores Livros Entrevistas Filmes Games HQ's Mangás Wattpad Sagas Seriados

17 de maio de 2016

[Contos & Tal] Ode de Sangue - Capítulo VIII - Julgamento - Parte II - Nana Garces.

Oláaa!!!
Mais uma terça aqui com vocês e vim bem cedinho para entregar para vocês o oitavo e último capítulo de Ode de Sangue! Uma pena estar terminando, adorei escrever esse conto e não pretendo parar, tenho muito mais histórias para contar e tão logo estarei publicando mais aqui!
Finamente tudo será revelado e a maior resposta, qual será o julgamento do padre Cristiano? 
Para quem ainda não leu, convido a ler desde o começo, os links da história estão aqui embaixo ou podem ler pelo wattpad, só me seguir lá (nanagarces).
Mas antes de eu deixá-los com a última parte do julgamento, tenho uma surpresa pra vocês! Semana que vem, na terça, estarei publicando um epílogo, e nessa sequência Giovanni vem contar segredos até então não revelados! Não percam!!
Não deixem de comentar o que acharam desse final!!!
Beijocas pra vocês!!! Obrigada pelos comentários e por todas as palavras de carinho e animo que cada um de vocês deixou nesses dois meses em que eu tenho estado aqui com vocês!
[Conto - Ode de Sangue]

Título: Ode de Sangue.
Categoria: Conto.
Ano: 2016.
Autora: Nana Garces.
Idioma: Português.
Gênero: Fantasia.
Sinopse: Uma curta autobiografia da vampira Madalena, onde ela conta sua vida como humana e seu despertar para o dom da noite. Em busca da salvação, Madalena conta sua história de um monastério, onde vive como freira.



Se você não leu os capítulos anteriores encontre-os nos links abaixo: 



Capítulo VII - Julgamento - Parte I
Nas noites seguintes eu pensei que a morte da madre fosse acalentar minha dor, mas a verdade é que eu era um turbilhão de sentimentos.
Aquele olhar, profundo e sombrio, de Giovanni me trouxe toda a verdade, ele sempre soube o que passei dentro do monastério e saber que ele conhecia as minhas vergonhas me fazia querer sumir. Com o tempo acabei me afastando mais dele, passava maior parte do tempo trancada no meu quarto, e saia apenas para caçar, mesmo para isso eu queria estar sozinha.
Eu voltei a me sentir solitária, e depender do sangue de alguém vivo estava me matando aos poucos, eu nunca gostei da caça, mas não me sentia pronta para deixar esse mundo. Posso ser um pouco egoísta quando se trata disso, mas, muito mais forte naquela época, eu só desejava terminar com todo aquele câncer que existia dentro da religião. Eu era uma menina tola, acreditava que virar uma vigilante sanguinária poderia fazer tudo parar, hoje eu vejo que era apenas uma desculpa para eu continuar presa a essa semi-vida.
Não há prazer em ser vampiro, somos amaldiçoados. Sem sol, sem prazer, dependendo dos humanos, o nosso único amor é o sangue. Viver da morte não é simples, eu sinto por cada alma que mato. Mas nunca pensei em me matar, não poderia te dizer ao certo porque, mas não aceito suicídio. Mesmo sendo o monstro que sou.
O caminho que cruzei, quando viva, dentro do monastério foi crucial em minha vida, mesmo passando pelo que passei, eu ainda sentia o calor do amor de Deus dentro de mim. E acabei me prendendo a isso, quando uma récem-criada. Tudo me forçava a me afastar de Giovanni, do meu criador. Ele poderia ter me deixado morrer, mas pelo jeito, tanto eu, como ele, somos dois românticos egoístas. Eu jamais falei pra ele isso, mas sabia do receio dele em me transformar em vampira, especialmente por sempre ter sido tão apegada aos humanos, até hoje eu os amo.
Giovanni entendeu minha vergonha como eu não imaginei que ele compreenderia. Por noites ele se manteve longe de casa, afastado de mim, havendo noites completas que eu não o via. Éramos dois solitários novamente.
Lembro-me de ter virado mais uma estátua dentro da casa dele, sem saber mais pra onde ir, ou o que fazer, não queria ler, pintar ou tocar, só queria ficar ali, parada, remoendo minha eterna dor. A perda de meu filho, a morte da madre pelas mãos de Giovanni, aquele olhar nebuloso da verdade, o monstro que eu era.
Foi então que após ficar quase uma semana longe, que ele voltou para mim. Giovanni possuía a mesma aparência centrada, um nobre, embora seu olhar, agora, me parecesse ainda mais antigo. Era estranho pensar que até aquele momento nós não tínhamos conversado sobre o passado dele, quando questionado, a resposta era sempre a mesma, que ele era muito antigo, que teve que se moldar ao mundo, mas nada além disso.
Quando ele voltou, lembro que o seu primeiro gesto foi me abraçar, ficamos assim por um bom tempo até ele me tomar em seus braços e me colocar deitada sobre sua cama. Ele não me perguntou nada, apenas se deitou ao meu lado e me acariciou os cabelos.
“Precisa esquecer seu passado, belíssima.”
“Como, se nem ao menos você é capaz disso?” retruquei ainda envergonhada dele saber o que tinha acontecido comigo. “Você nunca deveria ter me transformado nisso, não quero viver pra sempre ao seu lado, com vergonha do que eu passei.”
“Madalena!” Ele me chamou num tom mais áspero, e confesso que gostei do poder de sua voz ao falar meu nome de um modo tão viril. “Não é você que me causa incomodo, foram eles...” Ele não precisou nomear, eu sabia de quem ele estava falando. “Eu só quero seu melhor, e eu vou cuidar de você para sempre, ou até você me permitir.”
Eu sorri diante daquelas palavras e sorrio ainda hoje, naquela época nós, mulheres, éramos tão submissas e os homens tão imperativos e Giovanni sempre fora um verdadeiro cavaleiro. Sempre me perguntei se isso era de sua criação ou dos moldes que ele precisou seguir para adaptar-se à viver entre os humanos.
Seja qual for a resposta, eu estava feliz ao lado dele.
Aquela foi uma noite especial, aquelas palavras me tocaram, me fizeram eu me sentir muito melhor em relação a Giovanni, e quando ele me beijou novamente, eu soube que teríamos um final de noite perfeito.
Nos beijamos, ele me acariciou o corpo, me tirou as vestes, tudo muito suavemente, com o mesmo carinho que eu sempre achava em seus olhos, e logo, ele retirou o próprio colete e camisa, até então eu nunca tinha o visto desprovido de roupas, e era assustador como embaixo daquelas roupas ele era um homem de corpo forte, e pálido.
Ele me beijou em lugares específicos, meu colo, o abdome, minha cintura, mas foi apenas sua devoção em formato de carícias, o que ele queria era meu prazer, e quando ele voltou a se deitar sobre mim foi para me beijar o pescoço antes de enfiar suas presas em minha jugular. Giovanni bebeu de mim e eu precisei me segurar firme a ele, extasiada pelo prazer.
Ele poderia me beber até a última gota, mas com o tamanho controle que meu criador possuía ele parou bem antes disso, e, sorrindo-lhe, eu o fiz se deitar ao meu lado para mordê-lo também. Bebi a parte que me foi tirada, com goles que me escorriam pela garganta e me esquentava o corpo gélido, pensei que pudesse ver a vida dele pelo sangue bebido, mas estava cega para a história de Giovanni, porém mesmo que pudesse ver algo do passado dele, não seria naquele momento que eu desejaria pensar sobre seu passado. Quando terminei de beber a minha parte do sangue, lambi a ferida, adorando escutar o ronronar de prazer de meu eterno amante.
Tudo o que fizemos naquela noite, ajudou a melhorar a minha situação com Giovanni, entretanto não em relação a mim mesma.
Por mais que eu entendesse que Giovanni considerava aquele pedaço negro da minha história como algo do passado, e agora parte dele estava morto, eu sentia que não estava satisfeita. A morte da Madre em quase nada me ajudou, a verdade é que não culpava a Madre por todo meu infortúnio, ela não era uma pessoa boa, mas meu ódio não era lançado a ela, nunca foi. Naquele momento eu só queria o sangue de alguém em minhas mãos, e esse era o do bispo Henrico.
Você deve achar estranho eu não estar satisfeita com a morte da Madre, ela foi a culpada pela morte de meu filho e toda a minha desgraça dentro do monastério, mas se o bispo não tivesse aparecido eu não teria engravidado, e não teria sofrido como sofri.
Aquele homem sempre seria o culpado. Sempre.
Os meses foram passando e meu ódio não desaparecia, eu pensava em todas as mulheres que já deviam ter passado pelas mãos daquele demônio e tudo o que eu sentia era mais impotência. Para que tanto poder em meio a uma maldição se nem ao menos eu poderia usar? Todavia, o que o destino tira com uma mão ele dá com a outra. E o seu presente para mim foi deveras especial.
Soube, escutando facilmente a população, que o bispo voltaria à cidade para mais uma visita ao monastério Santi Quattro Coronati, eu quase poderia rir histérica pensando em sua calorosa visita àquelas freiras. Não, não poderia deixar isso acontecer e a única certeza era que eu estaria lá dentro do monastério na noite em que ele apareceria por lá. Usaria todos os meus artifícios e estaria frente a frente mais uma vez com ele.
Giovanni até mesmo insistiu que ele deveria ir em meu lugar, mas eu jamais permitiria que meu criador me tirasse esse gosto, e ele apenas aceitou, sabendo que depois de tanto tempo estudando os segredos da morte, eu saberia me proteger.
Enquanto entrava sorrateiramente dentro do monastério e pegava emprestado um hábito, eu repensava no porque de estar fazendo aquilo. Parte de mim queria acreditar que havia um sentimento de justiça, para que aquele bispo jamais voltasse a fazer algo tão asqueroso novamente, contudo, eu sabia que habitava dentro de mim uma besta desejosa por sangue, essa besta que tão cuidadosamente Giovanni não permitia controlá-lo, e que sabiamente ele vinha tentando me ensinar a dominar, mas estava ansiosa pelo meu descontrole, por me ver em verdadeira ação. E confesso, eu apenas queria deixar que ela saísse e tomasse conta.
Na madrugada os monstros aparecem, e, dessa vez, eu não estava me referindo a mim, mas sim ao bispo que caminhava ao lado da nova Madre, uma senhora de aparência rija, mas temerosa. Eu sabia o que estava passando na mente dela só de ver seu olhar de desaprovação. Ela abominava aquele ato, mas o faria ou acabaria sofrendo alguma violência física. E pra mim, bastava de violência contra aquelas mulheres.
As nove neófitas já estavam aguardando em uma sala, na qual adentrei sorrateiramente pela janela, não me incomodaria com perguntas indevidas, eu possuía um ótimo controle da mente sobre os humanos, e apenas poderia sugerir que elas já me conheciam. Bendito Sangue de Giovanni.
Quando o bispo e a madre adentraram a sala, o ritual começou, eu tomei o primeiro lugar da fila, ficamos nuas, e quando ele ia começar a passar escolhendo entre nós eu apenas sugeri num sussurro dirigido. “Escolha-me”. E ele escolheu.
Bispo Henrico era meu. Meu para brincar quanto tempo eu quisesse.
Provavelmente não deveria estar contanto isso no meu confessionário de morte, mas preciso ser sincera, eu não bebi dele, isso seria rápido e limpo demais. Tudo o que desejava era deixar uma marca naquela sala, de que não haveria mais abuso enquanto eu estivesse naquela cidade. Uma justiceira, talvez. Não importa, só precisava colocar um pouco de medo no coração das pessoas, e eu o fiz com o sangue do bispo, desmembrando e dilacerando, até arrancar sua masculinidade e seu coração.
Se eu gostei? Eu adorei! Pela primeira vez na minha imortalidade, e talvez a única vez, eu senti verdadeiro prazer na morte e sofrimento de alguém. Eu não poderia mentir, fazer o que fiz com ele me tornou uma nova vampira, mas em nada mudou minha paixão pela raça humana ou pela religião. Minha humanidade permanece intacta até os dias atuais. Tudo o que fiz a esse homem foi apenas com um intuito, de preservar a balança da justiça, e o que o destino tão perfeitamente me concedeu.
Quando voltei para Giovanni no final daquela madrugada, eu estava banhada em sangue e com um sorriso nós lábios, como eu normalmente sorria quando ele tocava ou cantava para mim. Ele nem ao menos se importou com minha aparência grotesca, apenas me tocou com carinho a face e me beijou longamente, sabendo que eu tinha limpado a minha alma com sangue.
Claro que eu fui ingênua, e tola, muito tola. Depois do que eu fiz ao bispo e de como deixei aquela sala, o monastério ficou ensandecido, mesmo com a madre tentando limpar o massacre que dizem, o próprio diabo o fez, não houve como amenizar as histórias que contavam em segredo pela cidade.
Pedi perdão a Giovanni por quase ter colocado nossa raça em perigo, e ele gentilmente, como sempre, me ajeitou os cabelos e falou.
“Nossa história em Roma termina aqui, mas não se preocupe belíssima, temos o mundo todo pra explorar.”
---
De repente a vampira se calou. Aquilo era o quê? Final de história? Pra alguém com quase quatrocentos anos a história deveria render dias falando, ou um livro do tamanho da Bíblia, mas lá estava ela, calada e pensativa, como ela mesma falou: uma estátua. A cor pálida da pele ajudava bastante em confundi-la como uma simples estátua de mármore se ela ficasse perfeitamente parada. Isso pra ela nem deveria ser difícil, aposto que deve forçar a respiração que vejo ela puxar e soltar muito vagarosamente.
“Vamos, Madalena, me conte mais, ainda não decidi o que faço com você”.
Jamais estive com um de sua raça que colocasse sua vida em minhas mãos, isso me pegou de surpresa e tenho certeza que com a idade que ela tem poderia me dar muito trabalho. Malditos vampiros! Porque essa tinha que ser diferente?
O bem e o mal são assuntos muito abstratos pra mim, quer dizer, todos os vampiros são cruéis. Ou deveriam ser, e quando vejo essa mulher na minha frente, com essa história já não sei mais o que pensar.
Matar pra defender, todos fazemos. Humanos fazem isso com outros. Somos bestas quando arranjamos desculpas pros nossos erros e barbáries.
Tenho vontade de berrar por me deixar levar pela história dela, e o pior é me sentir próximo a ela por ter procurado na religião certa paz. A diferença, é que ela achou pesar e sofrimento e eu achei respostas.
“Porque voltou pra igreja depois de tudo o que passou?” Perguntei procurando manter o mesmo tom de voz firme.
Madalena ergueu seus olhos verdes e me respondeu calmamente. Sua voz era linda, melodiosa e suave, como a voz de uma vampira deveria ser.
“Pode parecer que apenas sofri no monastério, mas eu nunca me senti tão próxima de Deus e da minha fé, como me sinto aqui. Padre, eu ainda acredito em Deus, eu ainda tenho fé. Sempre foi minha religião e não é por causa de uma dificuldade que eu desistiria Dele. Por quatrocentos anos eu estou sendo sugada por essa maldição e ainda assim eu me seguro na minha fé para manter minha humanidade, minha crença nas boas pessoas.”
Ah... Isso não é bom...
“Preciso que me conte mais de sua história.”
“Eu adoraria, padre, mas veja, eu ainda sou uma vampira, eu pertenço a noite... E olhe, logo irá amanhecer, claro que você pode acabar com tudo agora ou permitir que eu continue a falar minha história, e me deixar morrer queimada pela sol, e já lhe adiantarei que não é uma boa visão, ou, caso decida por me manter viva, eu precisarei de tempo, serei sincera, eu não poderia ficar muito mais tempo em sua presença, é deveras incomodo o que sua fé me causa.”
“Vai partir.” Sim, no lugar dela, eu também partiria.
“Cristiano.” Por favor, não me chame assim, pedi em pensamento, sem conseguir pronunciar as palavras, era íntimo demais ter meu nome pronunciado por seus lábios. Causa a sensação de vínculo. “Nós poderíamos nos encontrar novamente, e eu continuaria a lhe contar a minha vida, até decidir se devo ou não morrer.”
Eu caminho pela sala, ansioso pela decisão tomada.
Sei que vou me arrepender!
“Por hora a deixarei viva. Até nos encontrarmos novamente, até o momento em que possa me contar sua história de maldição e como passou esses anos sobrevivendo a isso. Eu te deixarei ir. Não faça com que eu me arrependa, Madalena. Esse é meu julgamento, agora vá embora.”
“Obrigada, muito obrigada. Não pela vida, mas por estar confiando em mim.”
Ela se levanta e me sorri em agradecimento, com lágrimas de sangue querendo cair, deve ter ficado emocionada por um padre ter permitido que ela viva, o que não me surpreende. Ela é humana demais pra uma vampira. Boa demais até mesmo para uma humana.
Dei apenas um passo para o lado depois de abrir a porta e a deixei ir, ela apenas sumiu rápida demais para que eu pudesse ver.
Se fiz o que foi certo, eu nunca saberei dizer até ter toda a informação dela, mas que Madalena me surpreendeu com seu bom coração e sentimento de justiça... Sim, surpreendeu.


[FIM]


 Florianopolitana, 31 anos, casada. Adora livros, filmes, séries e música. Escrever é um hobby que lhe ajuda a relaxar e concentrar as idéias que vivem surgindo. Nana Garces é seu pseudônimo, seu nome real é Mariana. Ela é jogadora assídua de RPG e os elementos e a mitologia ao entorno do jogo tem grande influência na sua escrita. Também conta com influências literárias como Anne Rice, Charlaine Harris dentre outros grandes nomes da literatura fantástica, Nana nos leva a viajar com sua escrita.

Nota: Continuaremos a postar um capítulo por semana, sempre as terças. 
 
Não deixe de participar do nosso TOP Comentarista de Maio, no qual você concorre a 1 exemplar autografado de "Mentira Perfeita" da autora Carina Rissi. Basta clicar na imagem abaixo e você será redirecionado para a postagem de inscrição da promoção. Participe e boa sorte!
 

17 comentários :

  1. Parabéns pelo conto, espero mesmo que você não pare e que continue a postar no blog.
    Primeiro que eu adoro historias de vampiro, foi muito bom saber como ela se transformou e o desenrolar da historia. Foquei triste principalmebte pelo seu filho, mas fiquei feliz por ela. Antes vampira, do que morta haja
    Bom dia !!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Kkk adorei isso! Antes vampira do que morta!
      Tem muita história ainda por vir, não vou parar mesmo kkk
      Acho que você vai gostar do epílogo, ele vai responder muitas coisinhas que Madalena não conseguiu explicar.
      Obrigada pelo comentário! Beijos!

      Excluir
  2. Poxa cheguei no fim :/ vou ler o primeiro capitulo agora.
    http://souadultaagora.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Espero que goste! Não deixe de deixar seu comentário, é muito importante saber o que está achando!
      Beijos!

      Excluir
  3. Ah! Foi um belíssimo final para um conto incrível! Parabéns Nana! A história está add no meu wattpad, para que eu possa ler novamente e resenhar lá no blog. Gostei se ver como Cristiano acabou por se admirar com a história e o coração de Madalena. Que venha o próximo conto! beijos!!!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigada Nuccia! Já estou te seguindo lá pelo wattpad! Vou adorar ver a sua resenha, morrendo de curiosidade desde já!
      Cristiano também me surpreendeu, a decisão dele sempre foi uma incógnita.
      Antes do próximo conto, não deixe de passar aqui na terça que vem para ler o epílogo! Giovanni vem nos trazer alguns segredos que nem mesmo Madalena foi capaz de contar em sua história.
      Beijos!!

      Excluir
  4. Nossa! eu acompanhei alguns desses capítulos e gostei muito do conto, achei esse final muito bom e já estou curiosa para ler o epílogo semana que vem, vou até marcar no calendário para não esquecer de passar aqui.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Vou estar te esperando por aqui! O epílogo está muito bom! Giovanni vai contar alguns segredos até então não revelados!
      Beijos!!

      Excluir
  5. Caramba que final! Eu achei que ele ficou meio balançado pela Madalena, gostei demais da sua escrita, obviamente vou reler ele na íntegra e resenhar, pq você merece!
    E estou curiosa com o epílogo!
    Escreva mais para nós!
    Beijos

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Muito obrigada Giuli!! Vou ficar aguardando ansiosamente a resenha! Não deixe de me avisar!
      Cristiano ficou mesmo bem balançado com toda a humanidade da Madalena, pegou ele bem desprevenido. kkk
      Logo o epílogo está aqui e tem segredos a serem revelados!
      Escreverei muito!
      Beijos!!

      Excluir
  6. Olá Nana,
    ADOREI! Li o capítulo anterior há pouco tempo, então, estava bem fresca com a história. Estou fascinada por esse capítulo, mal posso esperar o epílogo.
    Acho que a Madalena fez diferença nesse capítulo. Estou louca pelo epílogo.
    Beijos!

    ResponderExcluir
  7. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  8. Nossa, até respirei aliviada quando terminou, tive medo do que o Cristiano faria com a Madalena, claro que ela é uma vampira e não tem como não matar pessoas, mas fez algumas coisas que me fizeram sentir orgulho, acho que é a primeira vez que acho legal alguém desmembrar e dilacerar e espero que ela tenha feito isso bem lentamente... hehe... Aguardo o epílogo!

    Beijo!

    ResponderExcluir
  9. Olá, tenho acompanhado os capítulos aqui no blog e a história fica cada vez mais interessante com o caminhar do enredo...estou adorando.

    Abraços

    ResponderExcluir
  10. Parabéns pelo final! Ansiosa pelo Epílogo. Madalena surpreendeu neste capítulo e Cristiano também não ficou atrás.
    Que fique bem claro, não sou a favor de desmembramentos, mas esse foi interessante de ler.rs.

    ResponderExcluir
  11. Parabénssss, to mega ansiosa pelo epílogo.
    Gostei do final, acho q cabe um livro aí hein?! #Vaiquecola kkkk

    ResponderExcluir
  12. Gente que lindo!!! Vou fazer questão de ler os outros capítulos. Gostei muito da forma que você desenvolve a escrita. Muito linda mesmo! <3

    Parabéns!

    ResponderExcluir

Agradecemos por comentar! ^_^