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10 de maio de 2016

[Contos & Tal] Ode de Sangue - Julgamento - Parte I - Capítulo VII - Nana Garces.

Oláaa!!
Boa noite! Nana aqui! Essa terça foi corrida, mas aqui estou eu para trazer não o último capítulo de Ode de Sangue, mas sim a primeira parte do fim da história da Madalena. Me surpreendi com a quantidade de fatos que essa vampira tem a contar e resolvi deixá-los mais uma semana curiosos pelo julgamento de Cristiano!
Obrigada por cada comentário de vocês, é muito importante saber o que estão achando da história, dos personagens e suas teorias! Leio a todos com muito carinho! E sim, eu tenho muita vontade de escrever um livro e as idéias estão brotando, não tenho a intensão de parar por aqui!
Espero que curtam esse capítulo, eu adorei escrevê-lo e semana que vem, o julgamento de Cristiano!
Não deixem de me seguir no wattpad, nanagarces!
Beijos a todos!!!
[Conto - Ode de Sangue]

Título: Ode de Sangue.
Categoria: Conto.
Ano: 2016.
Autora: Nana Garces.
Idioma: Português.
Gênero: Fantasia.
Sinopse: Uma curta autobiografia da vampira Madalena, onde ela conta sua vida como humana e seu despertar para o dom da noite. Em busca da salvação, Madalena conta sua história de um monastério, onde vive como freira.



Se você não leu os capítulos anteriores encontre-os nos links abaixo: 



Capítulo VII - Julgamento - Parte I
“... Madalena...”
Foi quando ele me chamou pela quinta ou sexta vez que entendi: não era a morte que me erguia do chão imundo com braços frios e fortes. Era apenas um homem, meu salvador, ou aquele que viria a me amaldiçoar.
De qualquer maneira, abrir os olhos foi um trabalho árduo, eu me sentia exausta, beirando a morte, como se um fio fosse tudo o que me segurava a essa vida que me destruiu, que me arrancou todos os sonhos. Mas lá estava ele... Segurando-me em seus braços como se meu peso não valesse nada. Tão forte, tão lindo, tão único. Meu Giovanni. Ousar chamá-lo de meu era tolo quando se está a beira da morte, mas a minha situação me dava vantagens ao ser um pouco egoísta.
Meu Giovanni. O homem que me desdenhou, que me produziu para outros. Ele que estava naquele segundo me abraçando como se eu fosse a coisa mais preciosa de sua vida.
Que homem confuso.
O caminho da viela onde estava até a casa de cheiro tão familiar foi tão rápido quanto um leve descansar de olhos, naquela época lembro-me de ter pensado que deveria ter desmaiado por um momento para que não notasse a velocidade de locomoção dele, hoje eu sei que ele foi realmente muito rápido. Se fosse diferente, eu certamente não teria sobrevivido.
Giovanni me deitou em sua cama com cuidado, eu nem mesmo senti o choque de ser largada, e só desejava que ele continuasse com seus braços em volta de mim, amparando-me em um momento tão solitário. Eu pensava que não queria deixá-lo, que não queria partir sem me despedir de meu pai e, principalmente, não queria morrer sem antes ter certeza que meu filho estava vivo.
Morrer com tantos assuntos inacabados não era uma morte calma, e nos meus segundos finais tudo o que eu balbuciava era:
“Salve meu filho...”
Eu não sei se Giovanni entendeu minha solicitação, ele apenas segurou em minha mão e me olhou nos olhos, e eu vi neles um pedido de perdão mudo, e eu pressupus que ele não poderia fazer nada para ajudar. Tolo engano.
Ele se aproximou um pouco mais de mim, sem se importar com minha aparência desgrenhada, suja e beirando a morte, eu mesma não suportava meu cheiro, mas Giovanni acariciava minha mão e me beijava a face, sussurrando palavras calmas.
“Vai ficar tudo bem”. Ele dizia. “Não resista.” Ele insistia.
Resistir ao quê? A morte? Eu só queria sobreviver ao máximo para dizer a Giovanni o que ele precisava fazer por mim, mas ele não parecia interessado em minhas palavras, mas sim em minha pele. Pude sentir os beijos seguirem em direção ao meu pescoço e instintivamente eu arqueei o pescoço, cedendo o espaço que ele necessitava.
Foi um segundo antes de tudo acontecer, eu fechei os olhos e relaxei o corpo pensando que aquele era o meu fim, e que pena que tudo tenha acabado como deveria ter começado, com Govanni me abraçando e me beijando, eu seria feliz ao seu lado, não teria ido a Igreja e muito menos vivido como freira, mas isso não mudaria minha vocação a religião. Eu amaria a Deus de longe, e Ele possivelmente nos abençoaria com uma vida feliz e filhos.
Isso se aquele homem que me abraçava fosse apenas um homem.
Os lábios de Giovanni eram frios, e faziam-me arrepiar, eu sentia meu corpo entrar em colapso pouco a pouco e um desespero me tomar por completo, não conseguia mais relaxar e no segundo que meu coração parecia ceder, veio a dor.
Ele havia me mordido, foram duas fortes fisgadas, me perfurando a pele, e sem entender eu o abracei com mais força, agarrando-me a ele e assim ele o fez, me abraçou de volta, mantendo meu corpo estático, era muito forte.  Eu tinha meus olhos arregalados, mas não conseguia ver nada, tudo estava embaçado; minha boca se abriu, mas nenhum som saia, estava muda, a dor fora forte e rápida, única como Giovanni, e então surgiu uma onda de prazer que se alastrou pelo meu corpo inteiro e eu cedi completamente a ele.
Giovanni me sugou todo o sangue, eu sentia a morte muito próxima, acariciando cada célula do meu corpo, eu sabia o que era morrer e todo o desespero de não ser capaz de evitar, meu corpo poderia estar quase inerte em meu leito de morte, mas meus olhos ainda estavam abertos, olhando desesperada para Giovanni que naquele momento mordia o próprio pulso e trazia a ferida ele até minha boca.
Eu queria evitar aquele ritual pagão, mas as primeiras gotas logo acharam espaço entre meus lábios e eu me senti impelida a querer mais. É como uma droga, mas muito mais potente, não tem como resistir, aquela era a gota da vida e a cada nova gota, meu corpo lutava por mais, até o ponto de eu conseguir levantar meus braços e agarrar o antebraço dele, mantendo o pulso dele parado e em contato com meus lábios.
Senti-me um animal, sugando seu sangue, lambendo sua ferida e segurando com força seu corpo. Ele me olhava com interesse e sofreguidão, mas não havia arrependimento em seus olhos, apenas aquele mesmo pedido mudo de perdão.
E eu parei.
Ele recolheu o pulso e se afastou de mim, do meu olhar questionador, eu só queria saber o que ele havia feito comigo, o que estava acontecendo e Giovanni ficou me olhando de longe esperando por algo que logo veio.
Meu corpo se contraiu todo e eu senti a morte me tomar por completo, meu corpo arqueou-se sobre a cama, soltando um gemido de dor apenas, para então relaxar completamente. A mudança foi gradativa, a cada batimento que ia ficando mais fraco, mais meu corpo reagia ao sangue de Giovanni e uma nova onda de força e vigor tomavam o meu novo ser.
Mesmo após sentir toda a mudança finalizar, eu me mantive deitada e estática, olhando para Giovanni apenas, e vendo tudo como eu nunca havia visto. A perfeição de sua pele era incrível, se eu forçasse minha visão eu poderia ver detalhes do babados da roupa que ele vestia, a quase três metros de mim, quando virei-me de lado, enxerguei os livros sobre a mesa e poderia facilmente diferenciar as paginas de um livro ainda fechado. Os detalhes estavam por todos os lados e vê-los tão nitidamente era incrível e assustador. Ao longe eu poderia escutar o coração batendo acelerado dos pássaros e as batidas ritmadas das pessoas que dormiam ali perto.
Era tudo muito novo e assustador, eu não queria me mover com medo do que eu era. Foi Giovanni quem se aproximou e se sentou ao meu lado, acariciando meus cabelos a principio e então, com um lenço, limpou o sangue de minha boca.
“Está tudo bem, você é como eu agora, e eu vou te ajudar no que precisar.”
“E o que somos?”
“Vampiros.”
Eu demorei a acreditar que eu era uma vampira, na verdade pouco sabia sobre eles, naturalmente pensava que criaturas noturnas bebedoras de sangue fossem possessões demoníacas, ou algo do gênero. A popularização do vampiro como os humanos conhecem hoje surgiu no final do séc XVII, quando algum curioso começou a coletar informações de várias culturas.
Giovanni tentava me explicar pacientemente o que podíamos fazer, ou o que nós afetava, mas minha cabeça estava voltada para meu filho, eu mal podia pensar que estava ainda viva e que Giovanni havia me salvado, me dado essa segunda vida. Eu mal podia aproveitar as primeiras sensações, o que berrava em minha mente era o que haviam feito com meu filho. E numa noite, ele me tirou da mansão e me levou até o monastério, era noite, ninguém nos viria, corremos rapidamente pela estrada, eu já não me vestia mais como uma freira, mas sim como uma dama da corte, com belos vestidos que Giovanni preparou para mim. Ele me abraçou e alçou voo, invadindo facilmente por cima de um dos muros. Lembro-me de ter ficado extremamente impressionada por ele voar, e ele sussurrou em meu ouvido com aquela voz deliciosamente melodiosa.
“Um dia você também vai voar.” Eu não sabia que ainda era capaz de sentir arrepios.
Caminhamos pelo monastério até o pátio principal e lá, meu pesadelo se consumou, havia terra mexida, o tamanho necessário para um bebê recém-nascido. Eu paralisei e apenas não morri ali por falta de ar porque ele já não era totalmente necessário. Sem palavras eu apenas me desesperei, coloquei as mãos à face e implorei para que Giovanni me tirasse dali, e foi o que ele fez, levou-me de volta a mansão e lá ele me manteve em seus braços. Arrancaram meu coração e naquele segundo eu me enchia de um sentimento que jamais sentira. Eu queria justiça.
Entretanto, Giovanni insistia em dizer que eu era apenas uma criança da noite, muito nova, com muito a aprender, e ele tinha o melhor dos argumentos para que eu me acalmasse em relação ao tempo: Eu tinha todo o tempo do mundo.
Ele estava certo e, embora, eu me pegasse sendo sentimental em relação a minha perda, muitas vezes no começo da noite, eu guardava toda aquela angustia e me focava no que Giovanni me ensinava.
Foi com muito empenho da parte dele que eu passei a acreditar no que eu era. A teoria era muito simples, a prática estava inerente ao que eu era, e beber sangue não era ruim, na verdade há um prazer incrível no ato, mas claro, na primeira semana ele não me levou para caçar, eu não sabia o que era matar para sobreviver, não matar um humano.
Nunca senti necessidade de poder, e era exatamente essa a sensação que rodeava o ato, passamos a acreditar que podemos tudo, e se deixarmos nos levar por esse sentimento viramos monstros, bestas. Tudo depende do autocontrole, porque bestas não vivem em sociedade, e tanto eu como Giovanni amávamos demais a cultura dos humanos para sucumbirmos ao delírio pelo sangue.
Porém, para mim, foi ainda pior, eu pensei que minha empatia pelo outro fosse ser colocada de lado, mas não, na primeira vez que me alimentei, sabia que estava chorando porque estava sendo aquilo que eu jamais desejaria ser. Uma assassina. O que me acalentou foi à habilidade de julgar os humanos pelo sangue. Eu me lembro de todas as histórias, e queria acreditar que estava ajudando a manter uma sociedade melhor, livre de pessoas vis e cruéis. Foi isso que me levou a matar quanto precisava. Isso e a Sede.
Quando completei um mês como vampira, Giovanni resolveu que deveria me presentear, eu nunca o entendi direito, mas sempre havia amor em seus olhos quando ele me olhava. Precisei me acalmar para entender que eu estava junto com ele, erámos um casal; Vivíamos juntos, ele era meu parceiro, meu criador, meu professor.  E ele estava feliz por eu ser uma boa aluna, por estar empenhada e não pedir pela vingança ou para estar próxima aos humanos que eu amei.
“Vingança, não, justiça, eu apenas necessito saber que o que aconteceu comigo não acontecerá novamente.”
“Não vai.” Ele me estendeu a mão e gentilmente me direcionou próximo ao seu corpo. “Está noite você terá tudo o que quer. Vou te levar para ver seu pai, sei que tem saudades dele e de seus irmãos, vejo como olha em direção da casa que costumava viver, mas não poderei deixar que interaja com eles, para todos os efeitos, eles acreditam que morreu.”
“Como sabe disso?” Pobre de meu pai, em menos de dois anos perdeu minha mãe e agora sua filha mais nova. A morte em minha época não era algo tão complicado de se acontecer, mas a dor da perda sempre esteve lá.
“Foram avisados, Madalena, a Igreja o avisou, eles rezaram por você, seu pai ainda chora a perda, entretanto com o tempo ele irá aceitar. E não me pergunte sobre os detalhes sórdidos, apenas lhe falarei que suas vestes religiosas, que pouco me agradava, serviram muito bem.” Eu não perguntei, não precisava saber mais, apenas sorri para ele e ele continuou a falar. “Depois iremos até onde precisa ir, mas já lhe digo de antemão, estou fazendo isso apenas para lhe trazer um pouco de paz.”
Eu continuei a sorrir para ele, emocionada com suas palavras, naquele primeiro ano como vampira, todos os sentimentos pareciam aflorar à pele e eu me via constantemente sob controle para não chorar de felicidade ou de tristeza, era tudo muito forte e profundo.
Eu levei minhas mãos a sua face, acariciando-o a pele perfeita e ele se aproximou mais de mim, até finalmente me beijar os lábios, aquele foi nosso primeiro beijo e eu adorei a textura de seus lábios gélidos nos meus, havia verdadeiro carinho e devoção em seus atos. Se Giovanni fosse como eu, poderia entender porque para ele tudo era tão denso. Éramos dois românticos, e estávamos apaixonados.
“Vai me ajudar.” Eu sussurrei entre seus lábios, mal sabendo que não, a vida da madre nunca seria o suficiente.
Naquela noite, tudo ocorreu como Giovanni prometera, eu vi minha família ao longe, meu pai sorria e conversava com um de meus irmãos, eles pareciam felizes e saber que minha família estava seguindo a vida deles sem se apegar a morte de minha mãe ou a minha me causou conforto. Minha calorosa família, eles sempre foram meu porto seguro, sempre cuidaram de mim, e agora eu só poderia me despedir de longe.
Após borbulhar toda aquela felicidade, Giovanni me levou até o monastério, nesse tempo eu já havia desenvolvido minha habilidade de voo, e pulamos o muro facilmente. Eu sabia onde a madre dormia, e podia escutar os barulhos de seu batimento cardíaco vindo de seu quarto, ela ainda estava acordada e isso significava que ela me veria entrar. Sabia que sentiria satisfação em ver seu olhar de medo, mas quando ela me viu entrar pela janela de seu quarto, não havia medo neles, apenas um susto inicial e então as palavras.
“Eu sabia que não era seu corpo.” Seu olhar sobre mim não era como antes, ela sabia que eu não era normal. “Eu a vi naquele beco, eu sabia que morreria, mas depois coisas estranhas começaram a acontecer...”
Eu olhei por cima do ombro para Giovanni que já se encontrava no canto do quarto e soube que as coisas estranhas vinham dele e de suas ideias de sumir com a minha vida humana. Eu não o julgaria, ele fez o que precisava.
“Eu sei por que está aqui.”
Eu me aproximei dela, e gentilmente eu tirei o capuz dela e o limpel, colocando sobre a cama da madre. Segurei-a pelo queixo e ela não colocou nenhuma resistência ao meu ato, isso porque ela não sabia o que eu estava por fazer.
Meus lábios desceram até a altura do pescoço dela e facilmente enfiei minhas presas na jugular dela. Ela chiou de dor e logo se rendeu ao prazer. Como Giovanni me ensinara, eu não desperdiçaria nenhuma gota, e logo fui levada para dentro das memórias dela.
Tudo começou quando ela era jovem, irmã Judith, era assim que a chamavam, ela não sentiu chamado algum, foi para a igreja por ser órfã. Ela era uma mulher linda, muito mais do que eu sou agora. Judith se recusava a ter relações com os padres, e eles batiam nela sem remorso, obrigando-a ao ato. Não foi apenas uma vez, foram várias, não foi apenas uma gravidez, foram várias, muitas resultavam em aborto, e seus dois filhos que nasceram, mortos pela madre, sufocados nas primeiras horas de vida. Foi então que ela, cansada daquela vida, foi até o padre responsável, ela prometeu facilitar o trabalho deles com outras meninas, com as noviças, se ele influenciasse os outros padres a torná-la madre. Era conveniente, e eles aceitaram. Irmã Judith passou de freira para madre, e de madre para cafetina, apenas para se defender. Foi então que ela me viu; Alguém que poderia percorrer o mesmo caminho dela, e tirá-la do trono. Infernizar a minha vida era apenas parte de um plano para que tudo acabasse em morte. Ela conseguiu.
Eu parei de beber dela, sabendo que ainda havia história pra contar, mas eu não queria mais saber, eu não a odiava por ter me tratado como tratou, mas por ter permitido que meu filho morresse como os dela.
“Estou exausta, Giovanni.” Falei, sentindo-me ainda mais incomodada. Eu não queria mais ver aquele corpo quase desfalecido sobre a cadeira, queria ir embora, deixa-la morrer como ela me deixou morrer.
Afastei-me e me surpreendi quando Giovanni tomou meu lugar em frente dela, com tanta facilidade ele segurou-a pela cabeça e girou rápido o suficiente para que o trabalho finalizasse rapidamente. Minha respiração falhou por um segundo e levando minhas mãos sobre meus lábios eu entendi que Giovanni sabia de tudo o que havia acontecido.

Quando ele se virou, e eu o olhei nós olhos, eu percebi que havia um lado obscuro em Giovanni.
[Continua ...]


 Florianopolitana, 31 anos, casada. Adora livros, filmes, séries e música. Escrever é um hobby que lhe ajuda a relaxar e concentrar as idéias que vivem surgindo. Nana Garces é seu pseudônimo, seu nome real é Mariana. Ela é jogadora assídua de RPG e os elementos e a mitologia ao entorno do jogo tem grande influência na sua escrita. Também conta com influências literárias como Anne Rice, Charlaine Harris dentre outros grandes nomes da literatura fantástica, Nana nos leva a viajar com sua escrita.

Nota: Continuaremos a postar um capítulo por semana, sempre as terças. 
 
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23 comentários :

  1. Ooi! Caramba, esse capítulo foi tenso e intenso ao mesmo tempo. Mais sombrio do que todos os outros, devo dizer. Parabéns!
    Beeijos

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  2. Nossa, esse vampiro Giovanni causa arrepios. Ele fez o que tinha que ser feito, se não ela morreria. E ser vampira é bem legal ne.. Com todos esses poderes meio loucos haha
    Eu acho que o filho dela não morreu, mas ai só depois pra saber ne. Fiquei curiosa com esse final bem intrigante.

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  3. Eitaaaaa, sabia q o Giovani q tinha transformado ela.. capítulo tensão puraaaaa, adorei.. mega ansiosa pelo julgamento, fiquei feliz com a vingança :P kkkkk mas esse olhar aí do final ai ai.. mega curiosa pelo q aconteceu.

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  4. Oiii, primeira vez aqui. Confesso que o gênero do conto não me atra em nada, mas a capa a forma de escrever e muito boa. Parabéns.

    Beijos.

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  5. Olá lindona. Não acompanhei a história toda, então confesso que fiquei bem perdida.
    Aos poucos vou lendo e vendo se esse tipo de história me atrai.
    Gostei muito do seu blog, o layout é lindo.
    Beijos.

    www.meumundosecreto.com.br

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  6. Perdi alguns capítulos, mas nunca imaginei que a história da Madalena iria por esse caminho... e essa Madre, fala sério, como alguém pode passar pelo que ela passou e ainda fazer com que outras pessoas passassem pela mesma coisa? Ok, foi a defesa que ela encontrou, mas é uma coisa tão monstruosa... Estou bem curiosa para saber como tudo vai terminar!

    Beijo!

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  7. Menina, que texto interessante! Por eu eu prefiro mil vezes histórias com vampiros que outras criaturas sombrias, dá pra fazer milhares de textos originais com personalidades e mitologias diferentes e manter a essência dos mesmos. Uma comparação, toda história de zumbi hoje em dia é o mesmo roteiro: eles dominaram o mundo e os poucos humanos que restaram lutam pra sobreviver, com pequenas diferenças de enredo é sempre isso, mesmo quando tenta inovar como em "Meu Namorado é um Zumbi", o que vemos é mais do mesmo, com vampiros não! De Crepúsculo a Drácula, há mil tipos de histórias diferentes, e maioria sensacional, e a sua é uma delas.

    abçs

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  8. Não li todos os capítulos, preciso tirar um tempo pra fazer isso e assim entender melhor toda a história do conto. Mas gostei muito do que li aqui hoje.

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  9. Olá!
    Infelizmente o texto não me cativou muito, acho que é por eu não gostar tanto do gênero.

    Beijos
    http://ummundochamadolivros.blogspot.com.br/

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  10. Não acompanhei todos os capítulos, pretendo ler assim que tiver um tempinho. Gostei bastante desse, tem um tom sombrio que me agradou muito. Parabéns pela sua ótima escrita.

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  11. Oi, Nana, oi meninas!
    Gostei de ler sobre a transformação. Você soube deixá-la instigante, ao estilo 'normal' de vampiros (adoro a troca de sangue, sem precisar ser enterrado e coisa e tal), sem no entanto, lotar de muitos detalhes. A visão da protagonista foi sucinta. Achei interessante o fato de poderem ver as memórias através do sangue que bebem. Mas ainda acho que a madre deveria ter sofrido mais... ;) Que venha o último!!!

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  12. Oiiiie
    Muito legal ler mais um capítulo, como sempre, ficou super bem escrito e interessante, continue escrevendo

    Beijos
    http://realityofbooks.blogspot.com.br/

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  13. Eu amo história de vampiros e mesmo não tendo lido os textos anteriores eu não me senti perdidona.

    Jéssica
    Coração Leitor

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  14. Olá, tenho acompanhado a história em diversos blogs e gostado bastante. Adoro histórias do gênero.

    Abraços

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  15. Nossa, capítulo cheio de emoções, parabéns!

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  16. Oiii
    Não sou muito dos contos! Não sei o que acontece antes, mas ta muito bem costruído esse capitulo hem!
    Bjus

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  17. Olá!
    Nossa, esse capítulo está bem marcante. Gostei da parte em que ela refletiu sobre ser vampira.
    Adoro histórias com essa temática vou esperar por mais, pois o final me deixou MUITO curiosa.
    Beijos!

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  18. Esse gênero de conto não me atrai muito, é verdade, mas eu gosto da forma como você escreve. Parabéns.

    http://laoliphant.com.br/

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  19. Eu não conhecia seu conto completo e demorei um tempo para me inteirar. Não vou mentir, essa coisa de vampiros simplesmente não faz o meu estilo, mas gostei da forma da sua escrita. É mais direta, sem muita enrolação. Essa coisa da memória através do sangue eu li também no livro Deixe-me entrar, da autora Letícia Godoy, e achei muito interessante.

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  20. Lendo esse capitulo deu para sentir que vou gostar dos demais, quando tiver mais tempo vou acompanhar desde o inicio. Bjs

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  21. Oie!!
    Esse capitulo foi bem intenso, mas como sempre sua escrita é leva e direta, viciante! Ansiosa pela continuação

    Beijokas

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  22. Oioi! Tudo bem?
    Nossa, que texto sombrio e intenso, fiquei interessada demais!
    Com certeza essa pequena demonstração ja deu pra sentir que a historia é dessas que mexem com a gente.
    Otimo post.
    Beijos

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  23. Eu estava indo ler o último capítulo e notei que tinha esquecido de ler esse da semana passada! Então voltei pra ler kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Mulher do céu tu escreve muito bem, parabéns!
    Agora vou pro próximo.
    Beijos

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Agradecemos por comentar! ^_^