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17 de março de 2016

[Semana Pérolas] O autor responde: Nuccia de Cicco!


Olá, tudo bem com vocês?

 Então, hoje temos para vocês mais uma entrevista bacana de uma autora nacional e que é nossa parceira. Para quem tem acompanhado o Blog, sabe que está rolando a Semana Pérolas e que nela temos apresentado a Nuccia de Cicco suas obras e seu novo lançamento, Pérolas da minha surdez

A entrevista de hoje, não é uma entrevista exclusiva para o LT, é na verdade uma entrevista realizada em conjunto por diversos Blogs, perguntas realizadas por todos os Blogs participantes dessa semana de divulgação - da qual participamos, por isso, em cada pergunta o autor da mesma está devidamente identificado. Agora, confiram essa entrevista muito bacana para que possam conhecer melhor a Nuccia. Segue com vocês! 

Nuccia, temos o prazer de recebê-la entre nós e o Livros & Tal está sempre de portas abertas para você. Desejamos muito sucesso em sua carreira.


1. Blog Blá Blá Blá da Lis e pelo Blog Devaneios Estrellares: O que a levou a escrever? Escrever sempre foi um hábito teu?

Nuccia: Hum... pergunta capciosa.... Existem muitos fatores que eu poderia considerar como aqueles iniciais. E não, escrever não é um hábito de tempos remotos. Ler sempre foi!
Com poesias, foi bem simples e começou na adolescência: o sentimento vinha, as palavras vinham logo depois e tudo escapava para o papel. Já os contos e livros foram bem mais atuais e é mais difícil saber o que motivou. Ler (de tudo! Livros, jornais, revistas, outdoor) é um fator, óbvio. Mas não o suficiente para que eu deixasse a zona de leitor e passasse a de escritor. Eu tinha muitas ideias do tipo “E se...” e as anotava mas nunca as desenvolvi, nem pensava em livros publicados. Até ver um curso e uma chamada para antologia. E pensei... “por que não tentar?” E estamos aqui, dois anos depois.

2. Blog Livraria dos Sonhos e Cantinho Cult: Qual sua inspiração para escrever seus livros?

Nuccia: Meus textos não têm hora ou local, nenhuma inspiração específica. A inspiração pode vir de uma situação cotidiana, de uma cena em um filme ou seriado, de conversas aleatórias. Pode vir de um acidente ou de observar a natureza. A inspiração chega na hora que quer, seja de manhã, no ônibus, às vezes de madrugada. Por exemplo: o conto “Curiosidade” foi inspirado em um acidente em casa, quando a prateleira de vidro caiu e espalhou vidro embaixo da minha cama. Daí eu olhando enquanto limpava, pensei: “que louco seria se tivesse um alçapão ou porão escondido embaixo da cama...” E tchans! Rsrs...

Livro completo mesmo, apenas o Pérolas. A maioria do meu trabalho é contos e poesia. O próximo livro, cuja escrita estou iniciando, é uma ficção fantástica, fantasia urbana. A inspiração pra ele veio do fato de terem poucos livros com a temática central que escolhi.

3. Blog Cantinho Cult: O que faz parte do seu processo criativo? Tem algum ritual para escrever os livros?

Nuccia: Eu procuro manter um horário para escrever. Tento, muito veementemente, manter este horário (que costumam ser dias de semana pela manhã e sábado à noite), mas eu sou um bocado inconstante. Por ter outras profissões, às vezes é impossível seguir um processo ou ritual específico. O que costuma acontecer quando eu realmente consigo me focar é: preciso de um pacote de biscoito salgado; preciso de uma caixa de doce (bombom, cocada, não importa); preciso do meu caderno de ideias e caneta preta; e que me interrompam com questões triviais o mínimo possível. Desligo as notificações de redes sociais e deixo o celular longe da mesa para não me distrair com as vibrações do whatsapp. Quando começa o bloqueio criativo, saio da mesa e vou perturbar minha cadela. Rsrs...

4. Blog Entre Livros e Pergaminhos: Possui textos e poesias publicadas em várias antologias, correto?

Nuccia: Correto! Em 2014, quando completei meu doutorado, percebi que poderia investir em outras áreas de estudo. Após dois anos de embromação, decidi me aprofundar na carreira de escritor. Então, comecei cursos à distância e participei de seleção de contos para antologias, que conheci em um grupo de escritores de uma rede social. Meu primeiro conto (“Pendências”) e duas poesias mais antigas (“Dúvida” e “Maldita Saudade”) foram selecionados para Antologia Amor e Morte, em setembro/2014. A partir daí, as oportunidades começaram a aumentar e desde então eu já tenho 3 cursos completos e outros textos selecionados para as seguintes Antologias, todas organizadas pela autora Rô Mierling: “Lenço Vermelho” (conto), na Antologia Sombras e Desejos; “Curiosidade” (conto), na Antologia Eu me Ofereço-Tributo a Stephen King; “Quanto tempo”, “Paradoxo de uma vida”, “365 dias”, “Vida corrida” e “Eu danço” (5 poesias) para a Antologia Vida e Verso.

Quem quiser ler os contos e as poesias, podem acessar meu blog clicando aqui.

5. Blog My Secret World: Como surgiu a ideia de escrever o livro?

Nuccia: A ideia começou a tomar forma quando eu estava começando meu doutorado, mais ou menos, a mesma época em que comecei a me acostumar com leitura labial de pessoas estranhas. Aconteceu uma situação engraçada em que uma pessoa fez uma pergunta bizarra e, então, compartilhei a história em uma rede social. Viralizou e a reação foi imediata: “você deveria escrever um livro sobre essas ‘pérolas’, vai ajudar todo mundo a entender esse mundo novo...” E durante três anos a ideia ficou lá, guardada, até finalmente chegar a vocês.

6. Blog Clube do Livro e Amigos: O que motivou a escrita de “Pérolas de minha surdez”?

Nuccia: Ter a ideia e a motivação são coisas diferentes. Gostei de responder essas duas perguntas em separado. Como vocês viram aí em cima, a ideia surgiu por uma situação cotidiana que para mim era coisa nova. A motivação para realmente fazer o livro sair do âmbito das ideias e ir ao computador, na verdade, foram duas: 1) uma amiga que insistiu durante meses que eu deveria mesmo escrever cada detalhe da adaptação tendo em vista que ajudaria muitas pessoas a entenderem o meu lado e 2) a quantidade de perguntas e reações bizarras só aumentava! Com o tempo eu parei pra pensar que muitas delas eram minhas perguntas também, quando ainda ouvia e não conhecia esse mundo. Ajudar a mm e a outros surdos a serem compreendidos foi a motivação final.

7.  Blog Smile, You Have a Book: Quais foram os motivos que provocaram a sua surdez?

Nuccia: Ahá... vou dar spoiler do livro!.... Hahaha... de forma rapidinha, sem entrar muito no assunto: descobri, já na fase adiantada da doença, que tenho um defeito genético no cromossomo 22. Esse defeito faz com que meu organismo não produza uma proteína supressora de tumores. Essa proteína protege essencialmente os neurônios. Então, meu defeitinho, faz com que tumores possam crescer no meu sistema nervoso. E eles começam especificamente no sistema nervoso auditivo o que leva à surdez por afetar o nervo auditivo e os ossos ao redor dele.. A doença se chama Neurofibromatose do tipo II.

8. Blog Devaneios Estrellares: Como foi a adaptação? Desde o início tu conseguiu lidar bem com isso?

Nuccia: Vish! Mais spoiler!! Vamos ver... A adaptação é um processo contínuo. Começa assim que você percebe estar perdendo o sentido e não termina nunca. É preciso reaprender uma forma de manter a comunicação, a compreender o mundo. No meu caso, por ser uma surda oralizada, o mundo consegue entender o que falo muito bem, mas eu preciso me esforçar em dobro para receber a resposta. E não, o começo não foi simples. Na verdade, nos dois primeiros anos eu precisei de acompanhamento psicológico, de apoio da família, e de muito esforço pessoal mesmo.

9. Blog Profissão Leitora: Eu já trabalhei com crianças surdas, porém todas elas nasceram assim. Como foi pra você que nasceu com esse sentido, perdê-lo de repente?

Nuccia: O começo é muito ruim mesmo. Você está acostumada a depender da audição para várias coisas e, então, do nada não a tem mais. Coisas simples da vida ficaram 3x mais difíceis. Eu não conseguia mais acompanhar aulas da graduação, as músicas na aula de dança, os sons corriqueiros do dia a dia. Era cansativo, a sensação de isolamento era enorme e o fato de que eu não conseguia me explicar piorava tudo. Havia um zumbido dentro dos ouvidos que era irritante. Com o temo, você se acostuma com algumas coisas, mas nunca com outras.

10. Blog Clube do Livro e Amigos: Quais as maiores dificuldades enfrentadas no seu dia a dia em consequência da surdez?

Nuccia: Os sons que denunciam perigo são os que me deixam mais preocupada. Se, por acaso, iniciar um tiroteio em algum lugar entre minha casa e meu trabalho, serei a última a saber, a última a me jogar no chão e posso acabar sendo atingida. Se houver um acidente ou risco de incêndio e eu estiver distraída, posso ser vítima das circunstâncias.

Outra grande dificuldade é conversar em grupo, pois eu dependo sempre de uma pessoa que me resuma a conversa toda. Eu nunca sei o assunto na exata hora em que todos os discutem e apenas recebo uma edição do que foi decidido. É irritante porque eu tenho opinião formada sobre várias coisas e tenho poder de voto ou de veto em todas as áreas da minha vida. Quando sou inteirada da situação, a conversa já morreu, trocaram de assunto.

Uma outra coisa muito difícil de aceitar é a reação em forma de preconceito de quem ouve contra surdos oralizados. Quando você informa em alto e bom som que é surda, as pessoas fogem, fazem caretas de espanto, se encolhem, ficam com vergonha, mas nunca, nunca te olham como se nada estivesse errado. Para a maioria da população, surdos não falam e pronto. Mesmo se uma pessoa perder a audição na fase adulta. Algum tipo de mágica acontece e ela passa a usar sinais automaticamente e perde a voz. Sinceramente.....!

11. Blog Clube do Livro e Amigos: Como as pessoas reagem ao fato de ser tão ativa profissionalmente x surdez?

Nuccia: Bom, devo confessar que eu mesma tinha lá meus preconceitos com surdez. Eu achava que surdos nunca conseguiriam status social e/ou profissional. Então, quando eu fiquei surda, apesar de estar no final da graduação, automaticamente passei a me ver como desempregada, desamparada, dependente financeiramente e rebaixada à uma condição profissional bem diferente da que eu almejava. Eu tive de mudar minha própria ideia do que era estar surda antes de poder batalhar pelas profissões que desejava e assim mostrar a todos que eu conseguiria se realmente quisesse e me esforçasse para isso.

No entanto, muitas pessoas continuam com aquela mentalidade: surdez = dependente social, deficiente que não sabe se cuidar, sobrevive de ajuda do governo, não tem competência pra ser nada na vida. Então, quando eu digo sou surda e sou bióloga, cientista, tenho Doutorado, sou escritora, sou bailarina, sou funcionária pública a reação é inicialmente: “Mas como isso é possível? Você aprendeu tudo isso antes, claro! Quem te colocou lá? Quem você conhece que te fez passar na prova?”. E por aí vai. Não foi assim, não foi assim nem um pouco: eu consegui a grande maioria dessas profissões todas DEPOIS de surda. E nem toda ajuda do mundo me faria chegar lá se eu não quisesse.

12.  Blog Profissão: Leitora: Na escola em que trabalhava, além do intérprete comigo nas aulas, as outras crianças tinham a possibilidade de também estudar libras. Porém, isso não é corriqueiro. Como você lida com isso no seu dia a dia?

Nuccia: Quando eu fiquei surda, a primeira coisa que aprendi foi a fazer leitura labial. Porque era o meio de comunicação que eu tinha à mão naquela época (sem contar o tempo em que todo mundo tinha de escrever tudo no papel, é claro). Nos primeiros anos, eu nem pensava em aprender Libras. E se assistir às aulas na pós-graduação tivesse sido mais simples, eu nem teria me dado ao trabalho de aprender sinais. O problema era que as coisas estavam indo rápido demais: eu fiquei surda e um ano depois já estava no mestrado, mesmo fazendo leitura labial meio capenga. Imagina então fazer leitura labial de um professor de bioquímica que não parava quieto ou de frente pra você, que falava muito rápido, metade das palavras eram em inglês e a sala estava sempre escura por causa dos slides? Então, por indicação, fiz o curso de Libras básico e, somente após, pude chamar intérpretes para me ajudar cm aulas. Mas... Nem sempre tinha intérprete disponível nos meus horários de aulas, então nem foi tanta ajuda assim.

Atualmente, eu dou preferência a cursos on-line, pois não há intermediários: sou eu e meu computador. Quando eu vou assistir palestras ou seminários, se há possibilidade de interpretação, eu a peço (mas não sou atendida na maioria das vezes). Se não há, faço como fazia nessas aulas: presto atenção exclusivamente nos slides e chego às minhas próprias conclusões do tema.

13. Blog Devaneios Estrellares: Pretende lançar mais livros sobre o tema?

Nuccia:  Por enquanto, não. Mas, futuramente, talvez. Dependerá muito de como eu manterei minhas trocentas profissões. Os próximos livros serão ficcionais.

14.  Blog Cantinho Cult: O livro "Pérolas de minha surdez" é para ajudar pessoas surdas como você, para conscientizar as pessoas no geral ou tem algum outro objetivo além desses?

Nuccia: Ahá! A pergunta de ouro! Quando escrevi o livro pensei que ele fosse mais voltado ao público ouvinte para, como você mesma disse, conscientizar sobre o mundo do silêncio. Mas, durante o processo de escrita do livro, eu descobri muitas coisas que os surdos mesmo desconhecem. Eu pude perceber que surdos da comunidade tem uma certa intolerância com surdos de fora. Além disso, muitos têm preconceito contra a língua portuguesa. Ainda há os casos de desinformação mesmo: eles conhecem muitos surdos famosos que tenham trabalhado na área da surdez, mas não conheciam em outras áreas, como ciência, música, artes, TV, etc. Então, nesse ponto, o livro tem por objetivo ajuda-los a ver outros mundos e, ao mesmo tempo, fazer o mundo olhar pra gente.

15.  Blog Profissão Leitora: Além do livro, você pretende trabalhar com palestras?

Nuccia: Seria imprescindível trabalhar com outras formas de propagação dessa história além do livro. Palestras e visitas em escolas são algumas delas. Assim que a divulgação inicial do livro estiver ‘assentada’, iniciarei o processo de participação ativa de forma mais pessoal.


[Rapidinhas - Blog Livros & Tal]

  • Um personagem do cinema: Hannibal Lecter! Um dos psicopatas mais sombrios e inteligentes, que já conheci. Culto, perspicaz e chique, meu bem!
  • Um personagem literário: Podem ser duas? Daniella (As grandes aventuras de Daniella) e Rosemarie Hathaway (Academia de Vampiros): são desbocadas, vivem se metendo em confusão, se apaixonam pelo cara problemático, e fazem de tudo pelos seus amigos e família. São exatamente como eu!
  • Pérolas da minha surdez: É pra ser o início de uma discussão acalorada sobre pontos de vistas diferentes na sociedade. É pra mostrar a todo mundo que adversidades existem pra todos, mas o modo como você lida com elas é que faz a diferença. 
  • O Blog As 1001 Nuccias: Quase uma extensão de mim. Era pra ter alguns pedacinhos meus, acabou que tem toda eu e mais alguns! XD
  • A frase da sua vida: Já que não vou levar lembranças de agora pra uma próxima vida, vou experimentar tudo que tiver vontade. Vou viver tudo que puder.
  • Um animalzinho: Putz! Eu sou bióloga! Como escolher um? Adoro cachorros, mas também sapos. E cobras!!!! Serpentes são o máximo: símbolo feminino, de sabedoria, de atitude! 
  • Um sentimento: Empatia. Esse está em falta. O número de adeptos do "Umbigocentrismo" aumenta cada dia e ninguém tem mais paciência pra pensar no outro.
  • Uma comidaChocolates! Eu amo doces! Sou uma formiga, sou uma tarada por docinho!
  • Uma pessoa: Minha mãe! Essa mulher não existe, gente! Quando existem penso que ela vai parar de me mimar, vem e me ajuda mais! <3
  • Uma palavra: Coração. Eu chamo todo mundo de coração, pois é onde eles estão. 
  • Um livro: O meu! Hahaha.. Agora sério: O Cemitério, de Stephen King, meu primeiro livro de conteúdo adulto.
  • Um filme: Dirty Dancing - amor e dança!  
  • Um amor: Não se esquece! Não importa se continuamos juntos ou não, estará sempre na memória com maior carinho.
  • Escrever: É um desafio constante! Esse facebook maldito distrai às pampas! 
  • Surdez: Aprendi a conviver, mas não aceitei completamente.
  • Família: Minha base, meu apoio! Sem eles não conseguiria nadinha!
  • Amigos: Seus lindos! TMJ pra rir e pra se estapear. 
  • Você: Sou louca! Louca por todo mundo, pela vida, por mim mesma!




Já conhecia o trabalho da Nuccia? Leu algum de seus contos?
Tem acompanha a Semana Pérolas? Ficou curioso sobre o lançamento a história de "Pérolas da Minha Surdez? Conte-nos tudo!



Até mais! 

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14 comentários :

  1. Amei a entrevista!! gente essa semana ta showwww <3
    Adorei a frase: Já que não vou levar lembranças de agora pra uma próxima vida, vou experimentar tudo que tiver vontade. Vou viver tudo que puder.
    já vou aderir!!!

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    Respostas
    1. Ai, que linda!!! <3
      Mas é sério mesmo! Timidez e medo te prendem! Lute, corra atrás, pq vida´pode não ser só uma, mas vc não vai lembrar de nenhuma outra!
      beijão!!!

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    2. Prendem msm, sou mega tímida, mas tenho melhorado. Com certeza, lutar sempre!! *-*

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  2. Ana e May!!!
    vocês são show!!! Adorei as rapidinhas!! Estava dentro do ônibus, respondendo, tive que ser rápida mesmo!!! hahahaha.... Se , num futuro não muito distante, quiserem repetir a dose, com entrevista exclusiva, vou amar responder! Da mesma forma que amei esta!
    Obrigada pelo carinho de sempre!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    um beijo em cada uma!! Nu.

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  3. Já li um livro em que o personagem era surdo de nascença e compositor. Imagina só? Mas foi o único que vi sobre o assunto. Deve ser uma adaptação e tanto, difícil, pela entrevista dá pra ter uma ideia. E que é bom falar principalmente para poder saber como lidar com pessoas assim. O uso das libras deveria ser mais propagado nas escolas . Conheço um amigo da minha irmã mais nova que é surdo e que dificuldade é conversar com ele! Porque não sabemos o uso de libras e ficamos lá naquela mímica eterna. Se tivéssemos uma uma conscientização maior sobre o assunto seria de grande ajuda.

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  4. Uau!! O que dizer desta entrevista??! Ela está perfeita!
    Adorei as respostas bem divertidas e completas que Nuccia deu. Foi maravilhoso conhecer um pouquinho de sua obra e sobre a sua nova vida e rotinas. Vi muitas coisas em comum com ela, como amar docinhos (também sou uma formiga), adoro tudo que é tipo de animal e também li O Cemitério, e como não ficar intrigado com aquela estória? Só de lembrar me dá um calafrio da espinha, hahá!! Enfim, amei a entrevista!
    Bjs!

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  5. OI, meninas!

    A Nu é um amor, e cada coisa que leio sobre ela fico mais encantada. A entrevista está demais, e essa semana mais ainda.

    beijos!

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  6. Entrevista muito boa! Sempre acho interessante saber mais de autores.

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  7. Entrevista muito boa! Sempre acho interessante saber mais de autores.

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  8. gente que entrevista foi essa????? se aqui já fiquei pressa querendo ler cada detalhe das respostas imagina lendo o livro. Adorei tudo.

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  9. Adorei a entrevista, bem bacana mesmo, to bem curiosa para ler o livro da Núccia, que tem jeito de ser ótimo.
    Parabéns pela entrevista, show de bola.

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  10. Aah, gostei muito da entrevista! As respostas da Nu foram ótimas, principalmente sobre sua superação, no qual ainda ocorre todos os dias. Uma mulher guerreira! Gostei muito de conhecer mais dela =D
    Beeijos

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  11. Oi!
    Muito legal essa essa entrevista pois podemos conhecer um pouco mais da Nuccia e a historia por trás de seu livro e com certeza não da para escolher só um animalzinho !!

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  12. oI!

    Adorei a entrevista, Achei ela uma simpatia que s[o hahahahaha
    Minha professora realmente dizia que haviam situações muito engraçadas q ela passava por ser surda haha

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